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ENTRADAS

Meia-entrada: R$ 12,00
Inteira: R$ 24,00

HORÁRIOS

Segunda à Sexta das 10h às 17h30
Sábados das 10h às 17h

Acervo

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Instrumentos Musicais
Etnia:
Estado:

Xamas sempre que conversam acabam cantando. Parece que há coisas que só são ditas “em canto”, e principalmente quando o xama deseja expressar o ponto de vista dos deuses, os quais, não andam, dançam; não falam, cantam! Há o canto para fazer armadilha, para fazer anzol, para caçar, para parto, para afastar mau tempo, para cura. Os cantos são como uma caminhada ascendente que leva os participantes até “La” ( conexão com “Nhamandu” = Criador ).

A maneira como os Guarani cantam também tem significado especial. Os sons graves são próximos à terra, os sons de agudos estariam longe dela. As meninas têm que cantar forte e agudo, todas juntas, em coro, afinadas. Isso faz o coração contente.

Cantar na própria língua dá aos Guarani força espiritual e corporal que ajuda na manutenção da comunicação com as divindades. Sem dançar e cantar, a vida do Guarani neste mundo estaria em risco. Como os deuses tocam seus instrumentos para fazer existir a Terra, os seres humanos também devem acompanhar. Todos fazem parte da mesma orquestra.

Instrumentos Musicais
Etnia:
Estado:

O “Mbaraka” (chocalho) é feito de porongo com sementes de iva’u dentro e com cabo de madeira. Na mitologia Nhandeva a sabedoria é transmitida pelos som do Mbaraka usado pelo xama e todos os homens no cerimonial. Vários xamas definem estes instrumentos musicais e adornos usados no “jeroky” (cerimônia) como o documento do índio, em contraposição ao documento de identidade do branco, um papel. As sementes tem que ser escolhidas. Se colocar “a toa” o Mbaraka “não fica feliz”! “Assim como nós, quando estamos muito alegres, temos força.” Por isso enfeita-se com flores de algodão e pinta-se com urucum.

O estado de calor está associado com períodos de transição entre o que se é e o que se está por ser. As pessoas, os frutos da terra e os instrumentos rituais passam por um “resfriamento” e os provem de “temperança” caracterizado por um modo de ser calmo.

Há uma diferença entre o formato do Mbaraka utilizado pelos Kaiowa e o usado pelos Nhandeva. Os primeiros são mais redondos e maiores, os segundos mais longilíneos e menores.

Instrumentos Musicais
Etnia:
Estado:

O Takuapu é um bastão de ritmo confeccionado com taquaras cortadas em tamanhos diversos. Nos rituais ele é batido pelas mulheres sobre a terra fazendo o som dos trovões, marcantes e ouvidos a larga distância. A medida que ele tem impacto com a terra tem-se a sensação que adquire vida própria e toca sozinho. A alma dos diversos deuses se expressam através dos Takuapus como demonstração de que os deuses tem esposas. O tamanho do Takuapu depende do tamanho da mulher para qual o instrumento é feito.

Fenômenos aculturativos são observados em quase todas as aldeias. Manifestam o desejo de possuir um violão ou cavaquinho, fazendo muitas vezes eles mesmos.

Instrumentos Musicais
Etnia:
Estado:

Xamas sempre que conversam acabam cantando. Parece que há coisas que só são ditas “em canto”, e principalmente quando o xama deseja expressar o ponto de vista dos deuses, os quais, não andam, dançam; não falam, cantam! Há o canto para fazer armadilha, para fazer anzol, para caçar, para parto, para afastar mau tempo, para cura. Os cantos são como uma caminhada ascendente que leva os participantes até “La” ( conexão com “Nhamandu” = Criador ).

A maneira como os Guarani cantam também tem significado especial. Os sons graves são próximos à terra, os sons de agudos estariam longe dela. As meninas têm que cantar forte e agudo, todas juntas, em coro, afinadas. Isso faz o coração contente.

Cantar na própria língua dá aos Guarani força espiritual e corporal que ajuda na manutenção da comunicação com as divindades. Sem dançar e cantar, a vida do Guarani neste mundo estaria em risco. Como os deuses tocam seus instrumentos para fazer existir a Terra, os seres humanos também devem acompanhar. Todos fazem parte da mesma orquestra.

Instrumentos Musicais
Etnia:
Estado:

O “Mbaraka” (chocalho) é feito de porongo com sementes de iva’u dentro e com cabo de madeira. Na mitologia Nhandeva a sabedoria é transmitida pelos som do Mbaraka usado pelo xama e todos os homens no cerimonial. Vários xamas definem estes instrumentos musicais e adornos usados no “jeroky” (cerimônia) como o documento do índio, em contraposição ao documento de identidade do branco, um papel. As sementes tem que ser escolhidas. Se colocar “a toa” o Mbaraka “não fica feliz”! “Assim como nós, quando estamos muito alegres, temos força.” Por isso enfeita-se com flores de algodão e pinta-se com urucum.

O estado de calor está associado com períodos de transição entre o que se é e o que se está por ser. As pessoas, os frutos da terra e os instrumentos rituais passam por um “resfriamento” e os provem de “temperança” caracterizado por um modo de ser calmo.

Há uma diferença entre o formato do Mbaraka utilizado pelos Kaiowa e o usado pelos Nhandeva. Os primeiros são mais redondos e maiores, os segundos mais longilíneos e menores.

Instrumentos Musicais
Etnia:
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O Takuapu é um bastão de ritmo confeccionado com taquaras cortadas em tamanhos diversos. Nos rituais ele é batido pelas mulheres sobre a terra fazendo o som dos trovões, marcantes e ouvidos a larga distância. A medida que ele tem impacto com a terra tem-se a sensação que adquire vida própria e toca sozinho. A alma dos diversos deuses se expressam através dos Takuapus como demonstração de que os deuses tem esposas. O tamanho do Takuapu depende do tamanho da mulher para qual o instrumento é feito.

Fenômenos aculturativos são observados em quase todas as aldeias. Manifestam o desejo de possuir um violão ou cavaquinho, fazendo muitas vezes eles mesmos.